Setembro
Melhorias entregues até 06/10/2026
Configurações para integração com o SINTER - Imóveis
Informamos que o sistema passará a contar com uma rotina de configuração da integração com o SINTER, para obtenção do CIB (Cadastro Imobiliário Brasileiro).
Para quem ainda não sabe, o SINTER é o sistema da Receita Federal que reúne as informações sobre os imóveis do país e o CIB é o identificador único atribuído a cada imóvel.
Com a Reforma Tributária, a Lei complementar n° 214/2025 tornou obrigatória a integração dos cadastros imobiliários municipais ao SINTER e a adoção do CIB. Para os municípios que não são capitais, o prazo para concluir a adesão ao convênio e a integração do cadastro vai até 31 de dezembro de 2026.
Vale destacar que nesta primeira entrega, está disponível apenas a configuração da integração. O envio dos imóveis e o retorno do CIB serão liberados nas próximas etapas.
Para as entidades que fazem a integração com o SINTER pelo sistema de Geo, a configuração disponibilizada no Tributos não interfere nesse processo e não precisa ser realizada.
Independentemente de como é feita a integração com o SINTER, os campos adicionais do cadastro imobiliário são usados também pela integração com o Geo. Por isso, não altere os campos adicionais existentes, seja na configuração do relacionamento (DE/PARA) ou em qualquer outro momento. Isso vale principalmente para:
- a descrição dos campos;
- as opções dos campos do tipo lista (incluir, excluir ou renomear itens);
- o tipo, o agrupamento e a vigência (ano inicial/final) dos campos.
Alterações como essas podem fazer com que o sistema de Geo deixe de reconhecer os campos, gerando falhas ou até a interrupção da integração.
Antes de fazer qualquer alteração, entre em contato com a empresa responsável pelo Geoprocessamento e confirme se a mudança pode ser feita sem impactar a integração. Só depois disso faça o ajuste no Tributos.
1. Adesão ao SINTER (Prefeitura)
O município precisa oficializar sua entrada no SINTER por meio do Termo de Adesão ao Convênio, assinado com certificado digital ICP-Brasil pelo prefeito e protocolado via Requerimento Web no e-CAC. O acompanhamento é feito pela Caixa Postal Eletrônica (DTE) do município.
Para o passo a passo completo, consulte:
2. Credenciais técnicas (Gestor Local)
Após a aprovação do convênio, acesse o portal de gestão do SINTER e gere as credencias para transmitir e visualizar os dados.
3. Configuração no sistema
No sistema Tributos, a rotina de configuração estará disponível por meio do menu Utilitários > Central de configurações > SINTER/CIB.
O primeiro passo é em relação ao ambiente de integração, onde será possível indicar em qual dos ambientes os dados deverão ser processados e somente um deles pode ser selecionado.
- Homologação para teste: não altera nada no cadastro. Mesmo que um CIB seja retornado, ele não será atribuído ao cadastro.
- Produção: é o ambiente usado, após os testes, para enviar, receber e registrar o CIB nos cadastros. Ou seja, é o que altera o cadastro.
Insira as credenciais exatas do ambiente que você deseja utilizar neste momento.
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Como o sistema se comunicará diretamente com os serviços do SINTER, o município deverá informar os dados do transmissor de acesso (aqueles obtidos anteriormente no Portal de Gestão do SINTER):
- Client ID: até 255 caracteres alfanuméricos.
- Client Secret: até 255 caracteres alfanuméricos, em campo do tipo senha.
Essas chaves são usadas para gerar o token de autenticação.
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4. Relacionamento dos campos (DE/PARA)
Para a obtenção do CIB, será necessário configurar o relacionamento (DE/PARA) entre os campos do cadastro imobiliário do sistema e os campos exigidos pelo SINTER.
Ou seja, primeiramente o município indicará qual campo adicional do sistema corresponde a cada informação solicitada pelo SINTER e, nos campos do tipo lista, qual opção equivale a cada opção do SINTER.
As informações essenciais para relacionar os campos corretamente estão organizadas em quadros, de acordo com sua função. Abaixo listam-se os campos que são de preenchimento obrigatório com um *:
Dados Gerais
- Há divisão política por bairro? Indica se o município possui divisão por bairro. Se possuir, o bairro no endereço dos imóveis será obrigatório.
- Tipo do imóvel (*): Territorial, Predial ou Outro (BICE). O sistema perguntará se o campo Unidade do cadastro de imóveis é usado para indicar se o imóvel é territorial ou predial. Se a resposta for sim, não será necessário relacionar campos; caso contrário, deverão ser indicados os campos correspondentes.
- Ano da construção (*): o sistema perguntará se o campo Data da construção é usado para indicar quando o imóvel foi construído. Se sim, não será necessário relacionar campos; caso contrário, deverá ser indicado o campo adicional correspondente, do tipo data ou numérico inteiro. Esse campo é obrigatório quando o imóvel for predial.
Área e Valores
- Área do terreno, Área total construída e Área construída da unidade: campo adicional do tipo correspondente ou do tipo numérico.
- Valor venal do imóvel: campo adicional do tipo Valor Venal do Imóvel ou do tipo numérico.
- Data do último valor venal e Data da última atualização do valor de mercado: campos adicionais do tipo Data.
- Valor de referência do mercado, Área privativa, Área comum, Fração ideal e Quantidade de garagens: campos adicionais do tipo numérico.
Tipo Arquitetônico
- Tipo arquitetônico (*): Casa, Apartamento, Vaga de garagem, Laje, Sala, Conjunto de salas, Loja, Sobreloja, Estacionamento, Barraco e Galpão.
Padrão construtivo: Popular, Baixo, Normal, Alto e Luxo.
Piscina: Tem ou Não tem.
Destinação do imóvel (*): Residencial, Comercial, Prestação de serviço, Industrial, Educacional, Lazer, Desportos, Religioso, Institucional, Transporte, Comunicação, Saúde, Hotelaria, Uso misto, Urbano com destinação rural, Bem de uso comum do povo, Saneamento e Não residencial.
BICE (Bens Imóveis de Características Especiais): usinas; parques eólicos e plantas solares; plataformas e refino de petróleo e gás; portos, aeroportos e terminais; aquedutos, gasodutos e minerodutos; aquíferos e jazidas minerais; rodovias, túneis, pontes e viadutos; praças e logradouros; museus, prédios e monumentos históricos e sítios arqueológicos; terras indígenas e devolutas; lagos, rios, reservatórios e mananciais; parques, florestas, áreas ambientais e unidades de conservação.
Como funcionará o relacionamento
A tela exibirá a descrição detalhada de cada opção, para esclarecer o que o SINTER considera em cada uma.
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Para os campos do tipo lista, será possível indicar qual campo adicional do sistema corresponde ao campo do SINTER e quais opções correspondem a cada opção do SINTER.
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Lembrando que para que um campo adicional apareça na listagem e possa ser usado na configuração, ele precisa estar vinculado a algum agrupamento e estar ativo, ou seja, com ano inicial menor ou igual ao ano atual e ano final vazio ou maior ou igual ao ano atual.
Se duas pessoas editarem a configuração ao mesmo tempo, será exibido um erro para quem salvar por último. Por isso, recomendamos que apenas um usuário faça a configuração por vez.
No relacionamento dos campos do tipo lista, todas as opções do campo adicional do Tributos precisam estar vinculadas a uma opção do SINTER. Já o contrário não é obrigatório: nem todas as opções do SINTER precisam ter vínculo, pois o município pode não utilizar algumas delas.
A configuração poderá ser gravada mesmo que nem todos os campos obrigatórios estejam preenchidos.
Vamos ver como funciona na prática?
Cada agrupamento pode ser expandido para realizar o relacionamento dos campos e exibe o andamento da configuração: Mapeados, quando o relacionamento está completo, ou o percentual já mapeado, quando ainda há itens pendentes. A própria aba também indica sua situação geral, como Pendente ou Mapeados.
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A configuração dos campos do imóvel está organizada nos seguintes agrupamentos:
- Dados Gerais
Neste agrupamento, o sistema faz uma pergunta para cada item. Conforme a resposta, pode ser necessário indicar o campo correspondente:
- Tipo do imóvel (*): O controle de imóvel territorial ou predial é realizado pelo campo Unidade? Se a resposta for Não, selecione o campo adicional correspondente.
- Ano da construção (*): O controle da data de construção do imóvel é realizado pelo campo Data da construção? Se a resposta for Não, indique o campo adicional correspondente, do tipo data ou numérico inteiro.
- Bairro (*): O município possui divisão política por bairro? Se a resposta for Sim, o bairro passa a ser obrigatório no endereço dos imóveis.
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- Área e Valores: informações como área do terreno, área construída, valor venal etc. Os campos de Área do terreno, Área total construída, Área construída da unidade e Valor venal do imóvel já virão preenchidos caso estejam configurados com o tipo correto. Caso contrário, o usuário deverá indicar um campo do tipo numérico. Todos os campos, mesmo preenchidos, serão possíveis alterar.
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Nesses campos poderão ser informados apenas uma opção.
- Tipo Arquitetônico: tipos de edificação, como casa, apartamento, sobreloja etc. O usuário deve selecionar o campo adicional correspondente no Tributos e vincular cada um de seus itens à opção equivalente definida pelo SINTER.
Mais de um item pode ser vinculado ao mesmo padrão.
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- Padrão Construtivo: padrões de construção, como popular, normal, luxo etc. Selecione, em Campo adicional correspondente no Tributos, o campo que o município utiliza para identificar o padrão de construção dos imóveis. Após a seleção, vincule cada item desse campo ao padrão equivalente do SINTER.
Mais de um item pode ser vinculado ao mesmo padrão, como no exemplo as opções Bom e Muito Bom 123, veja:
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- Piscina
Selecione, em Campo adicional correspondente no Tributos, o campo que o município utiliza para indicar se o imóvel possui piscina. Em seguida, vincule cada item desse campo à opção equivalente do SINTER: Tem ou Não tem.
Mais de um item pode ser vinculado à mesma opção. Por exemplo, os itens Sim e 5m - 10m podem ser vinculados a Tem.
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- Destinação do Imóvel: uso do imóvel, como residencial, comercial, misto etc.
Selecione, em Campo adicional correspondente no Tributos, o campo que o município utiliza para identificar o uso do imóvel (por exemplo, Utilização do Lote/Imóvel). Em seguida, vincule cada item desse campo à destinação equivalente do SINTER.
Mais de um item pode ser vinculado à mesma opção.
- BICE (Bens Imóveis de Características Especiais): instalações complexas, como usinas, parques eólicos, portos etc.
Selecione, em Campo adicional correspondente no Tributos, o campo que o município utiliza para identificar os Bens Imóveis de Características Especiais. Em seguida, vincule cada item desse campo à categoria equivalente do SINTER. Mais de um item pode ser vinculado à mesma categoria.
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Para mais informações sobre a integração com o SINTER, clique aqui.
Configurações para integração com o SINTER - Logradouros
Na configuração relacionada aos Tipos de Logradouros, eles virão predefinidos, cabendo a entidade realizar a conferência para verificação dos vínculos.
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Caso seja feita alguma alteração, o usuário deverá clicar no botão Salvar.
Controle de permissões na configuração do SINTER
Informamos que a rotina de configurações do SINTER/CIB conta com controle por permissões, sendo possível definir quais usuários podem acessar/visualizar a rotina e quais podem editar as configurações por meio do menu Utilitários > Gerenciador de acessos.
- Os usuários que possuem permissão de acesso, mas têm a ação de Editar revogada (checkbox marcado - conforme imagem), poderão apenas visualizar as configurações, sem salvar alterações.
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- Usuários sem a permissão de acesso não conseguirão abrir a rotina e serão direcionados para a página principal do sistema.
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Aviso para revisão dos campos adicionais referentes a configuração do SINTER
Informamos que o sistema agora passa a exibir um aviso quando forem feitas alterações em campos adicionais utilizados na configuração do SINTER.
Como a configuração do SINTER utiliza campos adicionais principais, algumas alterações nestes campos podem impactar as informações configuradas. Por isso, sempre que isso ocorrer, o sistema apresentará uma mensagem orientando a revisão das configurações.
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Recomendamos acessar a configuração do SINTER e conferir se os vínculos continuam corretos após a alteração realizada. Caso seja necessário ajustar alguma informação, lembre-se de clicar no botão Salvar.
Novos campos de titularidade no cadastro de responsáveis do imóvel
Para atendimento ao SINTER, foram disponibilizados novos campos no cadastro de imóveis. Ao clicar no campo Proprietário(s) agora poderão ser inseridos o Tipo de titularidade e o Documento de titularidade:
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Esses campos estão disponíveis junto aos proprietários dos imóveis e serão necessários para o envio das informações dos proprietários ao SINTER, lembrando que neste primeiro momento esses campos não serão enviados pois não são obrigatórios para envio.
Para cada Responsável é possível informar apenas uma opção em cada campo.
Recomendamos que as entidades revisem o cadastro dos responsáveis pelos imóveis e preencham esses campos, garantindo que as informações sejam enviadas corretamente ao SINTER.
Novo campo Tipo de transação no cadastro de motivos
Informamos que o cadastro de Motivos passou a contar com o campo Tipo de transação (SINTER/CIB).
No envio das informações de transferências de ITBI ao SINTER, é possível informar o tipo de transação realizada. Como todas as transferências de imóveis já possuem um motivo informado, o tipo de transação passa a ser vinculado diretamente ao motivo. Dessa forma, ao utilizar um motivo em uma transferência, o sistema passará a identificar o tipo de transação correspondente para envio ao SINTER.
O campo Tipo de transação (SINTER/CIB) deve ser informado no cadastro de cada motivo:
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O preenchimento é opcional, assim como no SINTER, porém recomendamos que seja realizado para que as informações enviadas fiquem mais completas.
[SC] Disponibilizado o novo ambiente de envio de dados ao e-Sfinge para o exercício 2027
Informamos aos usuários de Santa Catarina que a partir de 2027 a prestação de contas ao e-Sfinge será realizada por um novo ambiente, acessado por meio do menu Executando > Prestação de contas > e-Sfinge.
Com isso, a ferramenta atualmente utilizada para envio de dados será descontinuada a partir do próximo ano.
A nova funcionalidade será disponibilizada para o layout de 2027 e, neste momento, ainda não está disponível para realização da prestação de contas, apenas para permitir a configuração antecipada de algumas informações que serão utilizadas pela nova funcionalidade.
O processo atual não foi alterado.
A disponibilização dessa nova tela não altera o processo atual de envio de dados ao TCE/SC. A versão de envio realizada atualmente por script não utiliza as informações configuradas nessa nova tela. Portanto, mesmo que sejam antecipadas as configurações do novo ambiente, as configurações atualmente existentes e já exigidas para o envio continuam válidas e devem permanecer preenchidas e atualizadas.
Ou seja, a nova tela não substitui as configurações atuais neste momento. Essa substituição ocorrerá somente quando a nova funcionalidade de prestação de contas for efetivamente disponibilizada.
Por que o novo menu foi disponibilizado antecipadamente?
Embora a nova funcionalidade de prestação de contas ainda não esteja disponível, uma vez que será utilizada para o envio de dados a partir de 2027, algumas informações já podem ser configuradas no sistema de forma antecipada.
Além disso, a configuração da Unidade Gestora será utilizada em breve em um novo relatório, com previsão de disponibilização na primeira quinzena de novembro, que apresentará os saldos a receber de dívidas e lançamentos, separados por Unidade Gestora. A separação dos valores será realizada com base nas informações configuradas nessa nova tela.
O relatório irá auxiliar na conferência e conciliação dos saldos entre a área tributária e a contabilidade, permitindo identificar e ajustar eventuais diferenças entre os valores.
Todas as informações de emissão e utilização serão comunicadas quando da liberação do novo artefato.
Configurações disponíveis
Para acessar o ambiente de configurações é necessário, primeiramente, fazer o login com as credenciais disponibilizadas pelo TCE/SC para a realização da prestação de contas.
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Vejamos agora as configurações disponíveis:
1. Unidade Gestora
Essa configuração permitirá vincular os Créditos tributários à Unidade Gestora responsável pela prestação de contas.
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Por exemplo, se a entidade realiza a prestação de contas somente da Prefeitura, os créditos tributários deverão ser vinculados à respectiva Unidade Gestora da Prefeitura.
Caso a entidade também realize a prestação de contas de uma fundação ou outra entidade, os créditos correspondentes deverão ser vinculados à respectiva Unidade Gestora e assim sucessivamente.
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Essa etapa de configuração também será utilizada no novo relatório de saldos por Unidade Gestora mencionado anteriormente.
2. Campos adicionais
Nesta tela será realizada a vinculação dos campos adicionais que serão enviados ao TCE/SC por meio da nova funcionalidade de prestação de contas.
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3. Responsável
Neste campo deverá ser informado o CPF do Responsável pela prestação de contas.
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As informações configuradas nessa nova tela serão utilizadas somente pela nova funcionalidade de prestação de contas. Neste momento, elas não são utilizadas nem validadas no processo atual de envio de dados ao TCE/SC.
O que deve ser feito neste momento?
Neste momento, não é necessário alterar o processo atual de prestação de contas ou de envio por script. As configurações e os procedimentos atualmente exigidos continuam válidos e devem ser mantidos até que a nova funcionalidade seja oficialmente disponibilizada.
O novo ambiente poderá ser utilizado para realizar antecipadamente as configurações de Unidade Gestora, Campos adicionais e Responsável, mas essas informações não interferem no processo atual de envio ao TCE/SC, que se mantém via script.
Novas orientações serão divulgadas à medida que as próximas etapas forem disponibilizadas.
Próximas etapas
Em breve, serão disponibilizadas mais informações sobre:
- O funcionamento do novo relatório;
- Os ajustes necessários entre os saldos da Prefeitura e da Contabilidade de forma automatizada;
- O funcionamento da nova prestação de contas;
- A substituição do processo atual pela nova funcionalidade.
Melhoria entregue até 05/10/2026
Novas auditorias disponibilizadas para funcionalidades do Tributos
O recurso de Auditoria está disponível para as seguintes funcionalidades do sistema Tributos:
- Menu Configurando: Crédito tributário, Fórmulas (Acréscimos), Horários de funcionamento e Planta de valores.
- Menu Administrando: Contribuintes, Construtoras, Imobiliárias, Engenheiros e arquitetos, Cartórios, Contadores, Indexadores, Imóveis, Englobamento, Contribuições de melhoria, Obras, Receitas diversas, Requerimentos/Manutenções de lançamento, Antecipação/Prorrogação de vencimentos, Econômicos e Endereços (Logradouros, Faces, Condomínios, Loteamentos, Bairros, Distritos, Seções e Localidades).
- Menu Executando: Transferência de imóveis, Solicitações de transferência de imóveis, Manutenções de pagamentos/Saldos (2 rotinas), Integrações contábeis e Inscrição em dívida.
Para acompanhar as alterações realizadas nessas rotinas, acesse a ferramenta de Auditoria. Nela, é possível visualizar as auditorias por registro ou em linha do tempo, com todas as informações detalhadas de forma individual.
Veja um exemplo:
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Ao acessar a ferramenta, na linha do tempo é possível visualizar todas as movimentações realizadas recentemente, com data e horário.
Ao clicar em Visualizar detalhamento, é exibida uma tela que compara as revisões do registro, destacando em vermelho o valor anterior e em verde o valor atualizado:
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Também é possível pesquisar as movimentações de uma funcionalidade específica por meio do filtro Origem.
Para mais detalhes sobre a ferramenta de Auditoria, clique aqui e confira.
Comunicado realizado em 21/09/2026
Prestação de contas 2027 - Evolução na rotina de Integração Contábil
As exigências relacionadas ao e-Sfinge e SIM-AM são obrigatórias para os clientes dos estados de Santa Catarina e Paraná. Ainda assim, é altamente recomendável que todos os demais clientes também adotem essas integrações, garantindo maior consistência, segurança e integridade das informações contábeis e tributárias. |
A Integração Contábil sempre foi um tema de grande relevância, que exige atenção e prioridade tanto da parte sistêmica quanto do usuário. É por meio dela que as movimentações registradas no Tributos chegam à Contabilidade e passam a compor os saldos oficiais da entidade. Reconhecendo essa importância, estamos trabalhando continuamente para tornar a rotina de integração cada vez mais completa, correta, íntegra e segura.
Nosso objetivo vai além de garantir que todas as informações e movimentações sejam devidamente integradas. Buscamos assegurar que exista consistência entre as diferentes etapas do processo, rastreabilidade de cada registro e continuidade entre os períodos. Para isso, estamos desenvolvendo amarrações e controles que passarão a assegurar, pelo próprio sistema, o cumprimento da sequência correta das integrações.
Quando estiverem disponíveis, essas amarrações atuarão sobre três situações que hoje comprometem os saldos: a integração isolada de uma movimentação, sem que o registro que lhe deu origem tenha sido integrado antes; a integração de eventos fora da ordem em que efetivamente ocorreram; e a permanência de movimentações pendentes, que acabam arrastadas para períodos posteriores, quando já não é possível corrigi-las sem reabrir o mês encerrado.
Esse mecanismo está em desenvolvimento e ainda não existe no sistema. Hoje nada impede que uma movimentação seja integrada fora de ordem: o sistema aceita, conclui a integração normalmente — mas o saldo resultante fica incorreto. Até que a amarração esteja disponível, garantir a sequência correta é responsabilidade de quem opera a rotina. A seção 4 detalha essa ordem e a disciplina que precisa ser seguida no dia a dia.
Concluída essa evolução, a rotina passará a garantir que nenhuma movimentação seja deixada para trás: cada evento será tratado e integrado no momento adequado, respeitando as dependências existentes entre eles, de modo que o saldo apurado ao fim de cada período reflita exatamente aquilo que foi movimentado.
Ao longo deste ano temos importantes evoluções previstas para a rotina, com o objetivo de preparar os clientes para as novas exigências de prestação de contas que entram em vigor em janeiro de 2027. Essas exigências elevam o nível de consistência cobrado das informações enviadas, o que faz da qualidade da integração um requisito, e não apenas uma boa prática de rotina.
É importante destacar, entretanto, que diversas rotinas de integração já estão disponíveis e podem ser utilizadas pelos clientes. Essas funcionalidades não dependem das evoluções em andamento e devem ser utilizadas desde já, pois são parte fundamental da preparação para 2027. Quanto antes as movimentações passarem a ser integradas de forma completa e no período correto, menor será o volume de ajustes necessário quando as novas regras entrarem em vigor.
A seguir, apresentamos as funcionalidades atualmente disponíveis e as orientações para sua correta utilização.
1. Por que a integração é importante?
A integração entre os sistemas Tributos e Contábil é o que garante que os dois falem dos mesmos números. Sem ela, cada sistema apura um saldo próprio, e a divergência entre eles aparece na prestação de contas do município.
A partir de 2027, o e-Sfinge (prestação de contas de Santa Catarina) passará a contar com duas consistências impeditivas — CON 811 e CON 812 — que validam os saldos a receber provenientes de lançamentos e de dívidas, considerando percentuais de obrigatoriedade. Sendo impeditivas, elas não geram apenas um alerta: barram o envio.
Para que essas validações sejam atendidas, duas condições precisam ser cumpridas ao mesmo tempo:
- toda e qualquer movimentação precisa ser integrada, sem exceções;
- as integrações precisam seguir rigorosamente a ordem estabelecida.
Vale insistir no segundo ponto, porque ele costuma passar despercebido: integrar tudo não basta se a ordem não for respeitada. Uma base com 100% das movimentações integradas, porém fora de ordem, pode apresentar saldo incorreto exatamente como uma base incompleta. A seção 4 detalha por quê.
2. O que já temos hoje
O sistema Tributos possui integração para as principais movimentações relacionadas à arrecadação e ao controle dos créditos tributários:
- Lançamentos
- Cancelamentos de lançamentos
- Inscrição de dívidas
- Cancelamentos de dívidas
- Prescrição de dívidas
- Imunidade
- Incentivos
- Remissão
- Isenção
- Pagamentos
- Estornos de pagamentos
Essas onze rotinas estão disponíveis e em uso. São a base sobre a qual as demais serão construídas — e é por isso que utilizá-las corretamente desde já encurta o caminho até 2027.
3. O que ainda precisamos contemplar
Existem movimentações importantes que ainda não possuem integração ou que precisam ser aprimoradas:
- Integração de restituições
- Estorno de cancelamento de lançamento
- Estorno de dívida ativa
- Estorno de prescrição
- Estorno de isenção
- Estorno de imunidade
- Estorno de remissão
- Estorno de benefício fiscal
- Revogação de benefícios fiscais (isenção, imunidade e demais benefícios)
- Integração das taxas vinculadas às guias
- Integração das taxas de parcelamento
- Integração dos pagamentos dessas taxas dentro do parcelamento
- Integração dos acréscimos
Repare que a maior parte dessas pendências são estornos — o desfazimento de uma movimentação que já é integrada. Isso significa que, hoje, a entrada de um evento chega à Contabilidade mas o seu desfazimento não, o que por si só produz divergência de saldo.
Toda movimentação lançada manualmente no sistema Contábil deve ser replicada no sistema Tributos.
Caso contrário, voltarão a ocorrer divergências de saldo entre os dois sistemas, exigindo ajustes manuais corretivos.
4. Ordem e dependência entre as integrações
Esta é a seção mais importante deste documento, e a que exige ação imediata da equipe.
A integração precisa respeitar a sequência lógica em que os eventos acontecem e as dependências entre eles:
- primeiro o lançamento; depois as movimentações relacionadas a ele (cancelamentos, pagamentos, estornos, benefícios);
- primeiro a inscrição em dívida ativa; depois as movimentações vinculadas a ela (acréscimos, pagamentos, estornos, prescrições).
Por que isso importa?
Se um pagamento for integrado antes do lançamento ou da dívida correspondente, a Contabilidade o recebe sem ter o crédito registrado. O pagamento entra como não lançado e não baixa saldo nenhum. Quando o lançamento é integrado depois, ele chega como um crédito novo, em aberto — e o saldo permanece aberto mesmo com o pagamento já efetuado e já integrado.
O resultado é uma divergência que não se resolve integrando de novo: os dois eventos estão lá, cada um isoladamente correto, mas sem vínculo entre si. Corrigir exige intervenção manual, e se o mês já foi encerrado, exige reabri-lo. Não existe hoje nenhuma trava que impeça a ordem incorreta. Enquanto ela não existir, a responsabilidade de seguir a sequência é inteiramente de quem opera a rotina.
Na prática, isso significa adotar a seguinte disciplina a cada período:
- Integrar primeiro todos os lançamentos do período;
- Integrar as inscrições em dívida ativa;
- Só então integrar as movimentações que dependem deles — cancelamentos, prescrições, benefícios, estornos;
- Integrar os pagamentos somente depois que o lançamento ou a dívida correspondente já estiver integrado;
- Não encerrar o período com movimentação pendente de integração. O que ficar para trás só será corrigível reabrindo o mês.
Está em desenvolvimento um mecanismo que impedirá a integração de uma movimentação antes dos eventos dos quais ela depende — a amarração de integridade e ordem.
5. Conferência entre os sistemas e ajuste no sistema contábil
Como os valores atualmente registrados no cliente podem não estar compatíveis entre Contábil e Tributos, em alguns casos será necessário um ajuste manual para equalizar os saldos. É uma carga inicial: alinha-se o ponto de partida uma vez, e dali em diante a rotina de integração mantém os dois sistemas juntos, salvo haja movimentações do tópico 3 (o que ainda precisamos contemplar) ou lançamentos manuais na contabilidade.
Como funciona
- O cliente define um mês como data de corte, ponto de partida para a integração. Esse mês deve ser preenchido na Central de configurações > Integrações contábeis, no campo Mês/Ano do Ajuste (principal) - Lançamentos;
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- Premissa fundamental: não pode existir nenhuma movimentação integrada com data posterior à data de corte.
- Exemplo: se a data de corte for setembro, todas as movimentações de outubro ainda não podem ter sido contabilizadas;
- A partir dos ajustes realizados, as novas movimentações seguem o fluxo normal de integração, respeitando obrigatoriamente a ordem e as dependências descritas na seção 4;
- Todas as integrações e movimentações anteriores à data de corte serão consideradas já contabilizadas, uma vez que é a partir desse saldo que será realizado o ajuste manual na Contabilidade.
Passo a passo
- No sistema Tributos, emitir os dois relatórios de saldo:
- [Tributos] Demonstrativo de Saldo de Dívida Ativa — mostra o saldo acumulado das dívidas até uma competência, agrupado por receita ou rubrica;
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- [Tributos] Demonstrativo de Saldo de Lançamento — mostra o saldo acumulado do lançamentos até uma competência, agrupado por receita ou rubrica.
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- No sistema Contábil, emitir o relatório Comparativo da Receita Lançada com Arrecadada e verificar, na coluna Saldo, o valor de cada natureza de receita correspondente ao tributo.
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- No sistema Contábil, emitir o Balancete Dinâmico e verificar a coluna Saldo Final de cada conta contábil correspondente ao tributo.
Regras de ajuste
Saldo do balancete dinâmico e da receita lançada iguais ao Tributos → não há necessidade de ajuste;
Saldo do balancete dinâmico divergente → efetuar lançamento contábil manual em cada conta divergente, igualando ao saldo tributário, em Escriturando > Escriturações de documentos > + Lançamento contábil. Usar a mesma data do relatório de Tributos;
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- Saldo da receita lançada divergente → cadastrar lançamento de receita em cada conta divergente, igualando ao saldo tributário, em Executando > Receita > Lançamentos > + Lançamentos. Usar a mesma data do relatório de Tributos;
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- Dívida ativa → considerar apenas a comparação pelo balancete dinâmico, com ajuste por lançamento contábil manual.
IMPORTANTE: ao final dos ajustes, o saldo cadastral e o saldo contábil no sistema Contábil devem ser iguais ao saldo do relatório de Tributos. Se não estiverem, o ajuste não está concluído e toda integração posterior partirá de uma base divergente.
Para mais detalhes sobre todo o processo em relação ao sistema Contábil (Cloud), confira o comunicado completo disponível na Central de Ajuda do produto.
6. Acréscimos
Os ajustes contábeis também devem contemplar os valores referentes aos acréscimos. Nos relatórios é possível visualizar:
- o valor acumulado dos acréscimos até a data da carga inicial;
- os valores de acréscimos gerados mensalmente ao longo do período.
O cliente pode usar o relatório como base para conferência e ajuste da carga inicial, considerando tanto o valor original do tributo quanto o valor acumulado de acréscimos.
⚠️ ACRÉSCIMOS NÃO POSSUEM INTEGRAÇÃO AUTOMÁTICA — O CONTROLE TAMBÉM É DO CLIENTE
Assim como a ordem das integrações, os acréscimos dependem hoje de disciplina manual. Para manter os valores atualizados mensalmente, o relatório deve ser usado para identificar os acréscimos gerados em cada período e realizar os ajustes à mão — tanto no ajuste inicial quanto no acompanhamento contínuo, enquanto não houver integração automática.
Deixar de fazer esse acompanhamento não impede a integração das demais movimentações, mas faz o saldo contábil se distanciar do saldo tributário mês a mês, exatamente o que as consistências CON 811 e CON 812 vão medir a partir de 2027.
Essa integração automática de acréscimo também está em desenvolvimento e será entregue nos próximos meses.





























